Como surgiram as carretas como conhecemos hoje?

Saiba mais sobre como surgiram os primeiros implementos
O transporte de cargas em veículos com rodas começou há centenas, talvez milhares de anos, com tração animal e carroças. No final dos anos 1800 e começo dos anos 1900, os veículos motorizados começaram a ficar populares, e logo passaram a rebocar cargas em cima de suas carrocerias. Apesar da notável evolução, ainda eram veículos rígidos.

Foi somente em 1914 que um passeio de férias deu origem à uma das mais bem sucedidas empresas de implementos dos Estados Unidos.

O dono de uma madeireira, Frederic M. Sibley, queria levar seu barco para um lago em Michigan. Porém, o transporte realizado por cavalos seria muito demorado. Para agilizar, o magnata da madeira procurou um famoso ferreiro da região.

August Fruehauf junto com seu sócio Otto Neumann, desenvolveram um sistema de acoplamento feito em cima da plataforma modificada de um Ford Model T fabricado em 1911. A invenção foi batizada de trailer. Era rudimentar, com freios por varetas, usando apenas um eixo de rodado simples, e era engatado em uma extensão montada sobre o chassi do Ford T.

Feito totalmente à mão, o reboque funcionou perfeitamente para o propósito de levar o barco até o lago. Então o Sr. Sibley, dono da madeireira, viu que seria muito mais barato usar o trailer para o transporte de suas grandes cargas de madeira, já que na época, quase tudo produzido em sua empresa era transportado por cavalos, que além de lentos em comparação com um veículo motorizado, puxavam muito menos carga.

Foi aí que surgiu a empresa Fruehauf, que se tornou sucesso absoluto. O Sr. Sibley encomendou várias unidades dos reboques Fruehauf para transporte de madeira, que foram aprimorados daquela primeira versão, e ficaram mais robustos para transporte de pesadas cargas. Foi nessa época que também surgiu a quinta-roda, semelhante ao sistema usado ainda hoje. Freios, suspensão, e outros sistema foram sendo cada vez mais evoluídos, e os implementos começaram a ser baús, tanques e em outros tipos, necessários para os mais variados tipos de transporte.

Em 1916, a empresa já participava de feiras, mostrando suas carretas, uma revolução no transporte de cargas.

O sucesso foi imediato, e em 1918, mesmo operando em dois turnos, a Fruehauf já não dava conta de atender os pedidos. Nesse ano, a empresa também passou a se chamar Fruehauf Trailer Company. Os veículos produzidos pela empresa passaram a ser presença constante em todas as rodovias dos Estados Unidos.

20 anos depois, a empresa já contabilizava a venda de quatro milhões de implementos. Sucesso incontestável.

No início dos anos 1940, a Fruehauf Trailer Company passou a projetar e fornecer implementos para as Forças Armadas dos Estados Unidos, que eram usados na Europa e Ásia, durante a Segunda Guerra Mundial. Foram mais de 120 modelos diferentes para atender todas as demandas dos militares.

Na década de 1950, a empresa já operava diversas filiais nos Estados Unidos, além de Canadá, França e Brasil, e chegou a faturar, em 1954, US$ 152 milhões, cerca de US$ 1,5 bilhão (R$ 8,1 bilhões) em valores atualizados.

Apesar do sucesso obtido, dominando 80% do mercado de semirreboques dos Estados Unidos nas décadas de 1950 e 1960, a empresa perdeu mercado, e acabou falindo em 1997 nos Estados Unidos, sendo comprada pela Wabash Trailers. Operações em outros locais foram mantidas.

Antes dos primeiros trailers Fruehauf terem sido criados, nos Estados Unidos e Europa alguns ferreiros já haviam desenvolvido algumas unidades de teste, semelhantes ao sistema de cavalo-mecânico e semirreboque, mas de forma mais rudimentar, e que não foram produzidos em massa.

Foi com a invenção e evolução dos implementos Fruehauf que as carretas que vemos nos dias de hoje são como são.

Publicado por – Blog do Caminhoneiro

Deseja conhecer melhor nossos implementos? Entre em contato com nosso time de vendas por WhatsApp.

Saúde nas estradas: 7 Dicas de como garantir

Apesar de existir um estereótipo de que os caminhoneiros não cuidam da própria saúde, essa é uma questão central para todos os profissionais que trabalham com o transporte de cargas, uma vez que sem estar em condições, muitas vezes, será preciso parar de trabalhar, o que acarreta em perda de dinheiro. Sendo assim, como cuidar da saúde nas estradas?

Essa deve ser uma preocupação de todos que estão envolvidos nesse setor, não somente motoristas como também gerentes de logísticas e as empresas prestadoras de serviço no setor. Isso porque a questão do bem estar dos funcionários sempre influencia na produtividade dos negócios e, no transporte não é diferente.

Assim, nós separamos algumas dicas de como é possível melhorar a saúde nas estradas dos caminhoneiros, acarretando na realização de um serviço melhor e com maior segurança. Leia esse artigo até o seu final e saiba mais.

7 dicas para melhorar a saúde nas estradas

7 dicas para melhorar a saúde nas estradas

1 – Nunca beba e dirija

Nunca beba e dirija

A primeira e, talvez, atitude mais básica para manter a saúde nas estradas é em hipótese alguma associar o consumo de bebida alcoólica com com a direção e o transporte de cargas. Por mais que seja proibido por lei com punições que chegam a perda automática da habilitação de motorista e represente um perigo explícito, diversos caminhoneiros ainda se arriscam e fazem essa mistura.

Isso fica demonstrado pelo fato de a embriaguez no volante ainda ser o maior causador de acidente graves nas estradas brasileiras. Diante desse cenário, conscientize-se que para a sua segurança e de todos a sua volta, a combinação de bebida alcoólica e estrada pode ser fatal. Fique atento, se beber não dirija.

2 – Alimente-se bem
 Alimente-se bem

Outro ponto que deve ser levado em consideração quando se trabalha diariamente nas estradas é a alimentação. Obviamente, dependendo do caminho que será percorrido, nem sempre será possível manter uma alimentação balanceada e correta, mas existem formas de se prevenir desse problema.

A partir do planejamento prévio de viagem, onde ocorre roteirização do transporte, pode ser encontrado locais de parada que ofereçam almoço e jantar a um preço acessível e com boa qualidade. Você também pode considerar lanches para a viagem, diminuindo consideravelmente o gasto com essa a alimentação.

Assim, tente levar uma caixa de isopor dentro da cabine para conservar os alimentos, como frutas, barras de cereais e outros alimentos que garantam uma boa alimentação.

3 – Tenha postura ao dirigir

Tenha postura ao dirigir

Por passar um tempo considerável do dia sentados, é comum que os caminhoneiros sintam algum tipo de desconforto nas costas e lombar do corpo. Isso ocorre, principalmente, por conta do relaxamento natural do corpo que ocorre com o passar do tempo quando estamos sentado.

Sendo assim, se esforçar para manter uma boa postura é extremamente importante para evitar problemas a médio e longo prazo. O ideal é se posicionar no banco ficando com os membros superiores e inferiores parcialmente dobrados e com as costas no encosto em um ângulo próximo a 90 graus, não esquecendo de que a posição também deve ser confortável e permita que seja possível enxergar todos os espelhos.

Desta maneira, busca sempre manter o seu assento sempre alinhado ao seu porte físico para assegurar uma melhor sensação de bem estar durante a viagem e melhorar a saúde nas estradas.

4 – Sempre mantenha a calma

Sempre mantenha a calma

Em muitas circunstâncias, o trânsito é um elemento que complica muito o dia a dia nas estradas, sendo algo extremamente estressante para os motoristas. Com isso, apesar de em um primeiro momento parecer uma tarefa difícil, é preciso manter a calma no momento de realizar o transporte de carga ou simplesmente dirigir.

Isso porque ao atingir um pico de estresse, é muito comum que a musculatura fique mais tensa, o que pode gerar atraso durante as reações no trânsito. Assim, podem ser tomadas algumas medidas antiestresse, como ouvir e cantar as músicas preferidas ou respirar lentamente, enchendo os pulmões de ar e expirando lentamente.

Outra atitude que também pode ajudar nisso é contar com aplicativos e programas de trânsito, como o Waze, por exemplo, evitando rotas com congestionamentos e uma maior lentidão.

5 – Mantenha uma rotina de atividades físicas 

A quinta dica da nossa lista de como manter a saúde na estrada passa pela necessidade da realização de exercícios físicos. Evidentemente, que é quase que impossível encontrar hotéis ou pousadas na beira da estrada que ofereçam estrutura para a realização dos exercícios, mas com um pouco de criatividade e esforço pode se resolver isso.

Para começar, não é preciso reservar muito tempo para os exercícios, cerca de 20 minutos diários já vão fazer uma grande diferença. Com isso, você pode fazer alongamentos, por exemplo, evitando lesões por esforço repetitivo e dores nas articulações e na coluna.  Experimente usar as quinas da carroceria para alongar os braços. Corrida também sempre será uma opção.

Além disso, você também pode investir em abdominais e exercícios com elásticos para o fortalecimento do corpo.

6 – Durma bem

 Durma bem

Uma boa noite de sono é o combustível necessário para os caminhoneiros possam ter um bom dia na estrada e uma boa saúde nas estradas. Isso porque após esse descanso, o seu corpo e mente ficam bem descansados, proporcionando uma melhor ativação de todas as funções do corpo, o que ajuda nos reflexos, por exemplo.

Além desse fato, manter uma rotina de descanso auxilia na prevenção do sobrepeso, pressão alta, doenças cardíacas, vasculares, entre outros problemas. Em todo caso, também como uma forma de prevenção, sempre ande com um kit de primeiros socorros com você,para em todo caso, seja algum problema causado pela falta de sono ou não, você estar pronto para solucionar.

7 – Utilize protetor solar 

Utilize protetor solar

Por último, mas não menos importante na busca por mais saúde nas estradas está no uso de protetor solar. Isso fica mais claro quando pensamos no estereótipo clássico de caminhoneiro no qual um braço é mais queimado que o outro. A proteção vai muito além do quesito estético, prevenindo doenças de pele.

Conclusão

De uma forma geral, os cuidados para buscar manter a saúde nas estradas partem desde antes de fazer uma viagem, fazendo um bom planejamento de rota e se armando dos itens necessários para manter o bem estar.

Publicado por Caminhões e Carretas, em https://caminhoesecarretas.com.br/blog

 

Manutenção preventiva, corretiva ou preditiva: Entenda as diferenças de cada uma.

Todo tipo de máquina, incluindo automóveis, motos e caminhões, tem componentes que precisam ser substituídos com uma maior frequência do que outros. Óleo lubrificante do motor, pastilha de freios, pneus e correia, por exemplo, possuem uma necessidade de trocas muito maior do que uma caixa de câmbio, por exemplo.

Mas aí bate aquela dúvida: quando realizar a manutenção no meu implemento? É melhor trocar peças logo, ou esperar algum sinal de falha na hora de economizar? Continue lendo e confira os três tipos de manutenção mais comuns!

Manutenção preventiva

A experiência adquirida pelos fabricantes de carros e caminhões, seja por testes de laboratórios, de rodagem na rua, ou ambos, indica qual a necessidade de troca de diversos componentes em determinado período. Por exemplo, para determinado motor, é necessário uma reposição do óleo a cada X quilômetros, ou Y meses. Com isso, forma-se uma cartilha de revisões, informando quais componentes devem ser trocados, com uma certa segurança, para que não ocorram problemas.

Na prática, significa que você trocará as peças antes de elas atingirem seu limite de funcionamento, ou seja, você previne uma quebra. Uma simples correia dentada, por exemplo, tem o custo muito menor quando trocada preventivamente do que o conserto do motor caso ela rompa, empenando válvulas, danificando pistão, entre outros.

Manutenção preditiva

Esse tipo de manutenção é, de certa forma, semelhante à manutenção preventiva. Na manutenção preventiva, você troca peças e fluidos do veículo seguindo recomendação de substituição, geralmente, de acordo com a quilometragem percorrida ou tempo de uso. Já na preditiva, você utilizará de equipamentos diversos com o intuído de checar a real situação de desgaste para trocar por agora, ou esperar mais algum tempo.

Existem aparelhos para medir o nível de contaminação do óleo, do fluido de freio, do líquido de arrefecimento, de espessura de pastilha de freio, entre outros. Enquanto na manutenção preventiva você trocará peças de acordo com uma média conhecida, na preditiva você saberá mais precisamente da necessidade de troca daquele veículo

em si. Seu veículo pode precisar de uma troca antecipada, ou com desgaste em menor nível, pode esperar mais tempo para trocar depois.

Manutenção corretiva

Na manutenção corretiva você só trocará componentes quando eles apresentarem problema. Em vez de trocar o fluido da transmissão automática do veículo preventivamente, por exemplo, você só trocaria caso apresentasse um problema. Pode ser que a caixa nunca apresente um problema e, nesse caso, se a manutenção tivesse acontecido preventivamente, haveria dinheiro jogado fora.

O grande problema, entretanto, é que contar com a sorte não costuma ser ideal quando se trata de equipamentos mecânicos, especialmente em veículos que não podem ficar parados por um longo período para efetuar o conserto. Enquanto a revisão preventiva ou a preditiva podem demandar algumas horas, um conserto de quebra pode demorar dias.

Vantagens e benefícios

Na maioria dos casos, o melhor é evitar a manutenção corretiva devido ao custo mais elevado e tempo necessário pra o reparo. Na manutenção preventiva, você utilizará a experiência do fabricante, que já testou diversos modelos, para aceitar sua sugestão de substituir suas peças. Os preços geralmente são conhecidos antes de o serviço ser executado e, para pequenas frotas, ou uso particular, pode ser a melhor opção devido seu custo-benefício e trabalho geralmente rápido.

Na manutenção preditiva, você poderá economizar dinheiro e tempo, uma vez que os componentes são testados caso a caso, informando uma necessidade mais precisa da troca. A desvantagem recai sobre o custo dos equipamentos para medir o desgaste dos componentes. Em uma frota de veículos, esse método pode torna-se interessante, pois os equipamentos podem medir vários veículos diferentes, diluindo o preço dos equipamentos na economia que seria trazida por cada manutenção economizada. Assim, é fundamental que você avalie suas necessidades para melhor escolher.

 

Publicado por Softruck, em https://blog.softruck.com/

Descubra como melhorar a cobrança de fretes no seu negócio.

Trabalhar com transportes requer uma boa dose de cuidados e planejamentos. Um passo em falso e o prejuízo poderá ser bem grande. Fatores como o desgaste do caminhão, preço do combustível e a distância percorrida fazem com que a cobrança de fretes possa ser alta demais, afinal, o custo para realizar o serviço é alto.

No entanto, há formas de melhorar a maneira que seu serviço é precificado, diminuir os custos, melhorar o desempenho da empresa e aumentar os lucros. Quer descobrir como fazer tudo isso? Continue a leitura que iremos de contar!

Tenha controle sobre suas operações

Ter o controle de todas as suas operações facilita na hora de precificar seus serviços. Isso evita que você fique no vermelho ou ainda pense que está obtendo um pouco de lucro, quando na verdade está no prejuízo.

Essa etapa inclui saber quais são todos os seus custos com o veículo, com o motorista e todos os outros detalhes da empresa, como as notas fiscais, impostos e salários.

A dica principal é: estabelecer um padrão de qualidade. Em seguida, verifique quais mudanças são necessárias para diminuir os custos e permanecer com um bom serviço. Lembre-se de manter um preço competitivo no mercado.

Encontrar um método de controle auxilia nessa etapa. A gestão de veículos envolve várias etapas, desde a coleta dos itens até suas entregas, passando pela manutenção veicular. Se não houver controle, problemas com a logísticas e prejuízos serão inevitáveis.

Considere o que será transportado

O cálculo mais comum para o transporte é por peso. No entanto, algumas mercadorias são grandes, porém leves, como é o caso de colchões. Você poderá cobrar por peso do colchão, mas ele irá ocupar um bom espaço no caminhão, muitas vezes impossibilitando de incluir mais carga.

Isso faz com que a cubagem seja importante, assim como o peso das mercadorias. A cubagem é o volume que a carga possui. Enquanto o peso define quantos quilos o produto possui.

O peso influencia diretamente na quantidade de combustível que será usado, a manutenção, desgaste dos pneus entre outros. Isso faz com que seja normal cobrar pelo peso. Mas, o ideal é sempre levar em consideração o volume que aquela carga possui e o seu peso.

Faça planejamento de rota

Planejar é a melhor forma de otimizar os seus custos. Organize as entregas de acordo com a proximidade dos destinos finais. Dessa forma você poderá usar um único caminhão para realizar um percurso específico.

Toda essa organização permite economizar custos com combustível, desgaste do caminhão e até mesmo tempo gasto com determinadas entregas. Com isso a empresa pode melhorar a cobrança de fretes. Afinal estará economizando uma boa quantia de dinheiro.

Ao planejar o percurso não se esqueça de incluir o local onde a mercadoria será coletada e o seu destino final. Considere também as paradas para abastecimento e o repouso do motorista. Todos esses locais devem ser previamente programados. Surpresas como, por exemplo, a falta de combustível causam atrasos em todas as entregas e ainda aumentam o custo final.

Outro ponto importante é que o planejamento de rota aumenta a segurança da carga. O caminho que o motorista deverá seguir já é pré-estabelecido, sendo assim, é possível encontrar os pontos mais arriscados e encontrar um melhor caminho. Essa etapa também permite calcular o tempo gasto, evitando que o veículo rode durante a noite e aumente os riscos de roubo de carga.

Verifique o tipo de frete

Se a sua intenção é economizar, uma alternativa é oferecer um prazo maior com um valor de frete mais baixo. Dessa forma é possível completar a carga do caminhão, otimizando o espaço. No entanto, ao usar essa estratégia leva em consideração a rota a ser feita. De nada adiantará o caminhão cheio se os destinos são em pontos distantes.

A carga do caminhão também deve ser considerada. Veja se será fracionada ou completa, no caso da carga fracionada o espaço da carga é dividido entre várias entregas. Diferente da completa que será destinada a apenas um cliente.

Faça a manutenção do veículo

Um veículo em bom estado dificilmente irá quebrar durante um trajeto. Pneus desgastados e carecas costumam gastar mais combustível, o que aumentará consideravelmente os seus custos e consequentemente o frete.

Trocar o óleo, o filtro, verificar os freios e fazer revisões completas são essenciais para garantir a segurança e ajudar a diminuir os custos com o frete. A manutenção veicular também promove o melhor desempenho do uso do combustível.

Com tudo isso será possível melhorar a cobrança dos seus fretes, afinal, evitará riscos e prejuízos.

Descubra a origem dos gastos extras e corte-os

Há vários pontos que prejudicam o faturamento de uma empresa de transportes, aumentando os seus custos. Para melhorar a cobrança de fretes é preciso identificar onde estão os gastos desnecessários e cortá-los.

Por exemplo, um veículo indisponível é um dos piores problemas. A única forma de evitar que um carro fique parado é através da manutenção preventiva. Dessa forma todas as peças estão em dia, evitando surpresas por falta de cuidado.

Outro problema são motoristas mal treinados. A falta de treinamento pode fazer com que o condutor não tome os devidos cuidados ou ainda gaste mais combustível. Da mesma forma torna-se arriscado, já que possivelmente ele não saberá como agir em situações de risco.

A falta de sistemas também aumentam o custo. Afinal, sem essa ajuda será complicado controlar a rotina de cada veículo, incluindo as datas das revisões, manutenções ou até mesmo o roteiro de entrega.

Use software de rastreamento veicular

Os softwares de rastreamento veicular permitem muito mais do que apenas localizar e acompanhar o seu veículo. É possível controlar, por exemplo, quando houve abastecimento e quanto aquele caminhão está consumindo. Isso permite otimizar os custos, criar um bom planejamento e melhorar o valor cobrado no frete. Afinal, conseguindo controlar todos os gastos de maneira eficiente, é possível economizar nos custos e aumentar os lucros.

O sistema também permite controlar a rota que será realizada. Caso o motorista por algum motivo desvie do percurso, o software avisará. Em casos de roubos há opção de bloquear a bomba de combustível, dessa forma o veículo não funciona. Todos estes detalhes aumentam a segurança da carga, evitando danos maiores.

Traçar a rota será muito mais fácil com um software de rastreamento veicular, permitindo otimizar ainda mais os gastos. Ajudará também a controlar cada entrega que for feita.

 

Publicado por Softruck, em https://blog.softruck.com/

Rodízio de pneus de caminhões: Tudo que você precisa saber.

Cuidar bem dos pneus é tarefa obrigatória para todo motorista. Essa necessidade aumenta quando se trata de um profissional do transporte, como o motorista de caminhão. Se você transporta carga pelas estradas do Brasil diariamente, entende a importância desse cuidado e, principalmente, do rodízio de pneus.

Esse um assunto que merece uma atenção especial: faz muita diferença na economia dos pneus e, consequentemente, no bolso do caminhoneiro. Para tirar suas dúvidas, mostraremos aqui tudo o que você precisa saber sobre o que é o rodízio de pneus, quando e como fazê-lo. Confira!

Vantagens do rodízio de pneus

São os pneus que suportam o peso da carga e de todo o caminhão. O desgaste causado pelo contato com o asfalto é inevitável e, periodicamente, você terá que trocá-los. Porém, esse desgaste não é uniforme. E a irregularidade é causada por diversos fatores, como a posição do pneu, a distribuição da carga, o trajeto feito e as condições do asfalto.

O rodízio dos pneus nada mais é do que alterar as posições dos pneus entre si, fazendo com que aqueles com mais desgaste na parte interior sejam usados onde o desgaste exigido é maior na parte exterior, e vice-versa. Fazendo isso o desgaste dos pneus passa a ser uniforme, evitando desalinhamento e desbalanceamento, além de outros problemas de direção.

Saiba a hora certa de fazer

No manual do fabricante você encontrará informações importantes sobre diversos itens de manutenção preventiva. Um desses itens é o rodízio de pneus. Guarde esse manual e esteja sempre de olho.

De acordo com o tipo de caminhão, quantidade de eixos e capacidade de carga, o manual indicará a quilometragem mais adequada para efetuar o rodízio, além da descrição exata do formato, que pode variar para cada caminhão.

O indicado é que você faça, em média, a cada 10 mil quilômetros.

Como fazer o rodízio

O ideal é fazer junto com o alinhamento e balanceamento. Por isso, indicamos que você procure uma empresa especializada para garantir qualidade no serviço. Mas fique de olho e acompanhe a troca. Existem algumas recomendações que devem ser seguidas.

Caso o pneu esteja muito desgastado, é mais indicado que você o troque por um novo, em vez de fazer o rodízio. A ideia do rodízio é que haja um desgaste uniforme entre eles. Por isso, manter um pneu em más condições pode trazer mais prejuízos do que benefícios.

Certifique-se que o rodízio seja feito entre pneus do mesmo modelo e que não sejam colocados pneus reformados no eixo dianteiro. Este segundo item é obrigatório, de acordo com a legislação de trânsito brasileira.

Cuide bem do caminhão

Tendo feito o rodízio de pneus corretamente, você estará contribuindo para que seu caminhão obtenha um desempenho melhor e seja mais econômico. Por isso, mantenha as revisões em dia e realize a manutenção preventiva no tempo certo.

Se a saúde do seu caminhão não for negligenciada, você terá muito mais tranquilidade e conforto ao dirigir. A economia é perceptível e você viajará mais seguro para chegar ao seu destino sem imprevistos.

 

Publicado por Softruck, em https://blog.softruck.com/

Quer aumentar a durabilidade dos seus implementos?

Uma solução é começar pelos cuidados redobrados com os pneus. Nesta postagem, reunimos dicas de ouro para que os seus implementos durem bastante. Olha só:

  1. Mantenha-os sempre calibrados. Esta dica é super legal porque além de aumentar a durabilidade, também diminui o consumo de combustível.

2. Pratique direção defensiva. Dirigir com cuidado previne acidentes e evita o desgaste exagerado dos pneus.

3. Esteja sempre em dia com o alinhamento e balanceamento do veículo. Isso faz com que o desgaste de cada pneu seja o mesmo.

4. Esta dica complementa o tópico anterior. Faça sempre o rodízio dos pneus. É importante, no entanto, que os pneus da frente sejam trocados pelos da traseira, de modo que os da direita continuem na direita, e os da esquerda, na esquerda.

5. Confira sempre se a profundidade dos sulcos. É recomendado que eles tenham pelo menos 1,6 mm de profundidade.

6. Mantenha sempre as válvulas de ar dos seus pneus em bom estado. Quando fizer a calibragem, não esqueça de conferir este detalhe. Elas regulam a pressão e protegem o interior do pneu.

7. Mantenha o seu veículo longe de produtos derivados de petróleo e solventes, pois eles podem acelerar o processo de ressecamento dos pneus.

8. Não rode com pneus ressecados! Em casos de ressecamento, é necessária a troca, pois pneus ressecados possuem sua aderência comprometida, e podem causar sérios problemas na estrada.

4 dicas para reduzir os custos da sua frota.

Uma boa gestão de frotas garante redução de gastos a uma empresa e tem como resultado a maior lucratividade possível. Pensando nisso, reunimos 4 dicas importantíssimas para que você consiga colher mais resultados de sua frota, podendo sempre trazer maior qualidade para seus serviços. Confira:

Manutenção preventiva

É durante este tipo de manutenção que se encontram problemas antes deles representarem grandes dores de cabeça. Com a manutenção preventiva é possível diminuir o número de quebras inesperadas e consequentes paradas, que trazem prejuízo.

Planejamento de rotas

Escolher estradas em boas condições e utilizar aplicativos de GPS são chaves para reduzir o consumo de combustível e o tempo levado para a conclusão de uma viagem.

Produtos de qualidade

Contar com óleos lubrificantes de boa qualidade e peças de reposição indicadas pelo fabricante é fundamental para o bom desempenho de um caminhão. Exige-se muito durante a utilização dos motores, e por isso a aplicação destes produtos pode diminuir os gastos com consertos.

Conservação dos pneus

Rodar sempre com pneus novos e calibrados garante a conservação do seu veículo. Pneus mal cuidados exigem mais do motor, e têm como consequência um gasto maior com combustível. É importante também mantê-los sempre calibrados e balanceados.

Regra 80/20 para tanques – Mais segurança na hora de trafegar.

Por: Eng. Rubem Penteado de Melo, DSc.: http://bit.ly/regra80-20

No transporte de cargas líquidas sempre há uma dúvida recorrente: existe mesmo uma restrição de trafegar com no mínimo 80% do volume cheio?

Do ponto de vista da legislação brasileira infelizmente não está ainda definida essa regra. Do ponto de vista técnico: sim. A regra dos 80/20 deve ser observada no transporte de carga líquida à granel.

Em um tanque ou compartimento carregado com volume parcial, o movimento da carga é mais intenso, produzindo um efeito conhecido como “slosh”. Esse movimento da carga desloca lateralmente o seu centro de gravidade, transferindo peso do lado interno para o lado externo da curva e por consequência, facilita o tombamento desses veículos.

Por que 80/20? As pesquisas demonstram que:

– Acima de 80% do volume cheio: a massa do líquido é grande, mas o espaço para movimentação é pequeno.

– Abaixo de 20% do volume cheio: o espaço para movimentação é grande, mas a massa do líquido é pequena para afetar a estabilidade.

Mas, na faixa intermediária (entre 20% e 80%, especialmente entre 40% e 60%), a massa é grande e o espaço para deslocamento lateral também é grande, permitindo a transferência adicional de peso entre os lados do tanque durante as curvas e manobras. E este fator é decisivo para ocorrer o tombamento do veículo.

A regra ainda não está estabelecida no Brasil, mas está no Código Europeu ADR(Acordo Europeu relativo ao Transporte de Produtos Perigosos por Rodovias) que estabelece em seu item 4.3.2.2.4:

– Tanques destinados ao transporte de materiais no estado líquido ou gases liquefeitos ou refrigerados, com capacidade acima de 7500 litros, deve ser preenchido a não menos que 80% ou não mais que 20% de sua capacidade. Não sendo aplicável apenas para líquidos de grande viscosidade (pelo menos 2.680 mm2/s de viscosidade cinemática).

Desse modo, como boa prática para um transporte mais seguro, respeite a Regra 80/20para o carregamento do tanque, pois ela reduz o efeito do balanço do líquido dentro do tanque.

Se a carga ocupar menos de 80% do volume do tanque: não carregue!. Substitua por um tanque de volume menor.

Mais informações: www.trs.eng.br / rubem@trs.eng.br

Você sabe quais são as melhores e piores estradas do país?

Todo mundo já escutou reclamações sobre as rodovias brasileiras – ou até mesmo já reclamou sobre elas. De acordo com o levantamento da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), o percentual de estradas regulares, ruins ou péssimas aumentou de 58,2% para 61,8% durante o ano de 2017. As piores são:

1ª Natividade TO – Barreiras BA

(BA-460, BA-460/BR-242, TO-040, TO-280)

2ª Marabá PA – Dom Eliseu PA

(BR-222)

3ª Jataí GO – Piranhas GO

(BR-158)

4ª Marabá PA – Wanderlândia TO

(BR-153, BR-230, PA-153/BR-153)

5ª Rio Verde GO – Iporá GO

(GO-174)

Ainda que mais da metade das ligações rodoviárias sejam classificadas de maneira negativa, é importante lembrar que o Brasil conta também com ótimas estradas. A CNT aponta que 38,2% das estradas brasileiras estão em condições boas ou ótimas. Confira aqui o ranking que engloba as 5 melhores:

1ª São Paulo – Limeira
(SP-310/BR-364, SP-348)

2ª Campinas – Jacareí
(SP-065, SP-340)

3ª Bauru – Itirapina
(SP-225/BR-369)

4ª São Paulo – Uberaba-MG
(BR-050, SP-330/BR-050)

5ª Barretos – Bueno de Andrade
(SP-326/BR-364)

Todas estão na região Sudeste e sob concessão. Para a avaliação, consideraram-se aspectos como infraestruturas de apoio, como postos de gasolina, restaurantes e postos policiais, além das questões básicas como pavimentação e sinalização.

Já rodou por alguma das estradas citadas no post? Deixe seu comentário!

Você sabe como se dão os nomes das rodovias no Brasil?

Para se deslocar pelo Brasil, é necessário encontrar rodovias cujos nomes se dão por duas letras, o “B” e o “R”, e três números. Mas você sabe qual é a lógica utilizada para nomear cada uma? A gente explica!

O primeiro algarismo identifica qual é o tipo de rodovia, e os dois finais indicam a posição da estrada em relação à Brasília. Entenda:

As BRs que começam com o número 0 ligam a capital federal ao restante do país. Elas são chamadas radiais, e um exemplo é a BR-060, que liga Brasília à Bela Vista, MS. Já as rodovias que começam com o algarismo 1 são conhecidas como longitudinais, ou seja, possuem sentido norte-sul. A BR 116, por exemplo, conecta o Ceará ao Rio Grande do Sul. A BR-277 é um exemplo das rodovias que passam pelo nosso país na direção latitudinal, assim como todas as outras que começam pelo algarismo 2. Elas são chamadas transversais.

As estradas iniciadas pelos números 3 são consideradas diagonais. Elas traçam caminhos no sentido nordeste-sudoeste e noroeste-sudeste. Por fim, existem as rodovias que começam com o número 4. Elas podem ser de qualquer sentido, e ligam rodovias federais à outras federais ou cidades.

Sempre que uma rodovia inicia dentro de um estado, a sua quilometragem começa a ser contada a partir do zero, que é contado a partir do ponto mais próximo de Brasília, dentro da unidade federal. Nas estradas longitudinais, conta-se a partir do norte em direção ao sul, com exceção da BR-163 e BR-174. Nas transversais, conta-se do leste para o oeste. As diagonais possuem o ponto inicial no extremo norte em direção ao sul, com as exceções da BR-307, BR-364 e BR-392.