Quer aumentar a durabilidade dos seus implementos?

Uma solução é começar pelos cuidados redobrados com os pneus. Nesta postagem, reunimos dicas de ouro para que os seus implementos durem bastante. Olha só:

  1. Mantenha-os sempre calibrados. Esta dica é super legal porque além de aumentar a durabilidade, também diminui o consumo de combustível.

2. Pratique direção defensiva. Dirigir com cuidado previne acidentes e evita o desgaste exagerado dos pneus.

3. Esteja sempre em dia com o alinhamento e balanceamento do veículo. Isso faz com que o desgaste de cada pneu seja o mesmo.

4. Esta dica complementa o tópico anterior. Faça sempre o rodízio dos pneus. É importante, no entanto, que os pneus da frente sejam trocados pelos da traseira, de modo que os da direita continuem na direita, e os da esquerda, na esquerda.

5. Confira sempre se a profundidade dos sulcos. É recomendado que eles tenham pelo menos 1,6 mm de profundidade.

6. Mantenha sempre as válvulas de ar dos seus pneus em bom estado. Quando fizer a calibragem, não esqueça de conferir este detalhe. Elas regulam a pressão e protegem o interior do pneu.

7. Mantenha o seu veículo longe de produtos derivados de petróleo e solventes, pois eles podem acelerar o processo de ressecamento dos pneus.

8. Não rode com pneus ressecados! Em casos de ressecamento, é necessária a troca, pois pneus ressecados possuem sua aderência comprometida, e podem causar sérios problemas na estrada.

4 dicas para reduzir os custos da sua frota.

Uma boa gestão de frotas garante redução de gastos a uma empresa e tem como resultado a maior lucratividade possível. Pensando nisso, reunimos 4 dicas importantíssimas para que você consiga colher mais resultados de sua frota, podendo sempre trazer maior qualidade para seus serviços. Confira:

Manutenção preventiva

É durante este tipo de manutenção que se encontram problemas antes deles representarem grandes dores de cabeça. Com a manutenção preventiva é possível diminuir o número de quebras inesperadas e consequentes paradas, que trazem prejuízo.

Planejamento de rotas

Escolher estradas em boas condições e utilizar aplicativos de GPS são chaves para reduzir o consumo de combustível e o tempo levado para a conclusão de uma viagem.

Produtos de qualidade

Contar com óleos lubrificantes de boa qualidade e peças de reposição indicadas pelo fabricante é fundamental para o bom desempenho de um caminhão. Exige-se muito durante a utilização dos motores, e por isso a aplicação destes produtos pode diminuir os gastos com consertos.

Conservação dos pneus

Rodar sempre com pneus novos e calibrados garante a conservação do seu veículo. Pneus mal cuidados exigem mais do motor, e têm como consequência um gasto maior com combustível. É importante também mantê-los sempre calibrados e balanceados.

Regra 80/20 para tanques – Mais segurança na hora de trafegar.

Por: Eng. Rubem Penteado de Melo, DSc.: http://bit.ly/regra80-20

No transporte de cargas líquidas sempre há uma dúvida recorrente: existe mesmo uma restrição de trafegar com no mínimo 80% do volume cheio?

Do ponto de vista da legislação brasileira infelizmente não está ainda definida essa regra. Do ponto de vista técnico: sim. A regra dos 80/20 deve ser observada no transporte de carga líquida à granel.

Em um tanque ou compartimento carregado com volume parcial, o movimento da carga é mais intenso, produzindo um efeito conhecido como “slosh”. Esse movimento da carga desloca lateralmente o seu centro de gravidade, transferindo peso do lado interno para o lado externo da curva e por consequência, facilita o tombamento desses veículos.

Por que 80/20? As pesquisas demonstram que:

– Acima de 80% do volume cheio: a massa do líquido é grande, mas o espaço para movimentação é pequeno.

– Abaixo de 20% do volume cheio: o espaço para movimentação é grande, mas a massa do líquido é pequena para afetar a estabilidade.

Mas, na faixa intermediária (entre 20% e 80%, especialmente entre 40% e 60%), a massa é grande e o espaço para deslocamento lateral também é grande, permitindo a transferência adicional de peso entre os lados do tanque durante as curvas e manobras. E este fator é decisivo para ocorrer o tombamento do veículo.

A regra ainda não está estabelecida no Brasil, mas está no Código Europeu ADR(Acordo Europeu relativo ao Transporte de Produtos Perigosos por Rodovias) que estabelece em seu item 4.3.2.2.4:

– Tanques destinados ao transporte de materiais no estado líquido ou gases liquefeitos ou refrigerados, com capacidade acima de 7500 litros, deve ser preenchido a não menos que 80% ou não mais que 20% de sua capacidade. Não sendo aplicável apenas para líquidos de grande viscosidade (pelo menos 2.680 mm2/s de viscosidade cinemática).

Desse modo, como boa prática para um transporte mais seguro, respeite a Regra 80/20para o carregamento do tanque, pois ela reduz o efeito do balanço do líquido dentro do tanque.

Se a carga ocupar menos de 80% do volume do tanque: não carregue!. Substitua por um tanque de volume menor.

Mais informações: www.trs.eng.br / rubem@trs.eng.br

Você sabe quais são as melhores e piores estradas do país?

Todo mundo já escutou reclamações sobre as rodovias brasileiras – ou até mesmo já reclamou sobre elas. De acordo com o levantamento da CNT (Confederação Nacional dos Transportes), o percentual de estradas regulares, ruins ou péssimas aumentou de 58,2% para 61,8% durante o ano de 2017. As piores são:

1ª Natividade TO – Barreiras BA

(BA-460, BA-460/BR-242, TO-040, TO-280)

2ª Marabá PA – Dom Eliseu PA

(BR-222)

3ª Jataí GO – Piranhas GO

(BR-158)

4ª Marabá PA – Wanderlândia TO

(BR-153, BR-230, PA-153/BR-153)

5ª Rio Verde GO – Iporá GO

(GO-174)

Ainda que mais da metade das ligações rodoviárias sejam classificadas de maneira negativa, é importante lembrar que o Brasil conta também com ótimas estradas. A CNT aponta que 38,2% das estradas brasileiras estão em condições boas ou ótimas. Confira aqui o ranking que engloba as 5 melhores:

1ª São Paulo – Limeira
(SP-310/BR-364, SP-348)

2ª Campinas – Jacareí
(SP-065, SP-340)

3ª Bauru – Itirapina
(SP-225/BR-369)

4ª São Paulo – Uberaba-MG
(BR-050, SP-330/BR-050)

5ª Barretos – Bueno de Andrade
(SP-326/BR-364)

Todas estão na região Sudeste e sob concessão. Para a avaliação, consideraram-se aspectos como infraestruturas de apoio, como postos de gasolina, restaurantes e postos policiais, além das questões básicas como pavimentação e sinalização.

Já rodou por alguma das estradas citadas no post? Deixe seu comentário!

Você sabe como se dão os nomes das rodovias no Brasil?

Para se deslocar pelo Brasil, é necessário encontrar rodovias cujos nomes se dão por duas letras, o “B” e o “R”, e três números. Mas você sabe qual é a lógica utilizada para nomear cada uma? A gente explica!

O primeiro algarismo identifica qual é o tipo de rodovia, e os dois finais indicam a posição da estrada em relação à Brasília. Entenda:

As BRs que começam com o número 0 ligam a capital federal ao restante do país. Elas são chamadas radiais, e um exemplo é a BR-060, que liga Brasília à Bela Vista, MS. Já as rodovias que começam com o algarismo 1 são conhecidas como longitudinais, ou seja, possuem sentido norte-sul. A BR 116, por exemplo, conecta o Ceará ao Rio Grande do Sul. A BR-277 é um exemplo das rodovias que passam pelo nosso país na direção latitudinal, assim como todas as outras que começam pelo algarismo 2. Elas são chamadas transversais.

As estradas iniciadas pelos números 3 são consideradas diagonais. Elas traçam caminhos no sentido nordeste-sudoeste e noroeste-sudeste. Por fim, existem as rodovias que começam com o número 4. Elas podem ser de qualquer sentido, e ligam rodovias federais à outras federais ou cidades.

Sempre que uma rodovia inicia dentro de um estado, a sua quilometragem começa a ser contada a partir do zero, que é contado a partir do ponto mais próximo de Brasília, dentro da unidade federal. Nas estradas longitudinais, conta-se a partir do norte em direção ao sul, com exceção da BR-163 e BR-174. Nas transversais, conta-se do leste para o oeste. As diagonais possuem o ponto inicial no extremo norte em direção ao sul, com as exceções da BR-307, BR-364 e BR-392.

5 dicas para segurança no transporte com silo

A segurança dos procedimentos de carga e descarga depende de você!

Mais do que qualquer outro implemento rodoviário, a segurança da carreta silo está nas mãos do motorista/ operador.
Além dos cuidados, verificações e precauções tomadas na estrada, a carreta silo exige um cuidado redobrado na operação de descarga.

Separamos 5 dicas para evitar acidentes e melhorar a performance dos implementos.

1. Antes de inciar a descarga, teste as válvulas de segurança e alívio.
2. Cuidado com a temperatura da tubulação durante a descarga pois esquentam e chegam a temperaturas altas.
3. Não entre no equipamento quando estiver carregado.
4. Durante a manutenção interna, deixe todas as tampas abertas para ter certeza de uma boa ventilação.
5. Para a manutenção da válvula borboleta, sempre desconecte a alimentação de ar.

A carreta silo ideal para sua carga está na Metalesp. A melhor carreta silo do Brasil. Entre em contato e saiba mais!

Importância dos EPI’s

Para proteger a integridade física, é importante o uso dos EPIS’s ou Equipamentos de Proteção Individual indicados.

Eles evitam o risco de lesões no caso de acidentes e também protegem contra substâncias tóxicas, alérgicas ou agressivas que podem afetar a saúde.

Durante os procedimentos de carga e descarga, utilize sempre os EPIs indicados como:
– capacete de segurança
– óculos de segurança
– protetor auricular (abafador de ruídos)
– luvas
– máscara
– calça comprida
– sapato fechado

Ao descer do caminhão, não esqueça de utilizar os EPIs.

Gostou da dica? Quer dividir outra com a gente? Deixe nos comentários.